Programação individual, de pares ou de grupo: qual deve ser usada na universidade?
DOI:
https://doi.org/10.32870/Ap.v12n1.1791Palavras-chave:
Desenvolvimento de software, Formação universitária, ensino de tecnologia, estratégias de ensino, programaçãoResumo
O objetivo desta pesquisa foi comparar a programação individual, de pares e coletiva por meio da percepção de 24 alunos do curso universitário Programação Intermediária com Visual Basic.Net. Os participantes foram expostos às três modalidades de trabalho no desenvolvimento de projetos de software durante as aulas regulares. O desenho da pesquisa foi sequencial explicativo misto. Foram aplicados questionários para o componente quantitativo e realizadas entrevistas para o qualitativo. Os resultados mostraram que os alunos preferem a programação em pares porque a percebem como um meio-termo entre não programar com ninguém e fazê-lo com um grupo grande. Programar individualmente pode causar estresse e bloqueio intelectual, enquanto fazê-lo com muitas pessoas ao mesmo tempo cria distração e desequilíbrio no trabalho. Uma limitação do estudo é o tamanho da amostra; no entanto, traz contribuições quantitativas e qualitativas para uma área do conhecimento pouco explorada na literatura formal. Os achados sugerem a promoção do trabalho em pares nos cursos universitários de programação, por ser de fácil implantação, com poucos recursos e bons resultados.
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